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    Quinta dos Marqueses de Alegrete

    Quinta dos Marqueses de Alegrete
    Quinta Alegre
    XVIII,XIX
    Portugal
    Campo Amoreiras 93, 1750 Lisboa
    38° 47′ 8.99” N
    9° 8′ 31.96” W
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    Apresentação

          

    A partir de um núcleo mais antigo, a Quinta dos Marqueses de Alegrete sofre uma profunda reforma nos inícios do século XIX, imprimindo ao conjunto um clima tardo-pombalino marcado por linhas sóbrias e depuradas. Do antigo núcleo, a quinta guarda um interessante programa de entrada abrindo-se sobre um pátio de recebimento envolvido por altos muros, onde se destaca um raro conjunto de figuras de convites em azulejo de meados do século XVIII.  De grande importância patrimonial é a vasta colecção de elaboradas pinturas que cobrem paredes e tectos de diferentes salas, que tornam este edifício um dos mais importantes núcleos de pintura neoclássica. 

     

    Situada nos arredores de Lisboa, na Charneca do Lumiar, a Quinta dos Marqueses do Alegrete destaca-se por uma localização estratégica no alto de uma vertente, virada a nascente, com uma magnífica vista sobre o estuário do Tejo. Na sua integração urbana a quinta situava-se numa importante entrada da cidade usufruindo de um vasto terreiro que servia de feira a toda a zona.

        

    Em termos arquitectónicos a Quinta dos Marqueses do Alegrete apresenta-se com uma significativa tipologia de casa de “pátio de recebimento”. Mais corrente no século XVI e XVII, esta tipologia caracteriza-se por apresentar uma fachada secundária sobre a rua e o exterior, recolhendo-se a fachada de entrada sobre um pátio lateral rodeado por altos muros. Funcionando como espaço de transição entre interior e exterior, este espaço assume particular importância no programa arquitectónico sendo marcado pela presença de um notável conjunto de figuras de convite  

     

    Pátio de recebimento

    O pátio de recebimento, onde se destacam os seus altos muros, precede à entrada principal, estando relacionado com a função de bem receber. No pátio evidenciam-se quatro “figuras de convite” tratando-se de uma singular tipologia da azulejaria do século XVIII, elementos que  encontramos em algumas entradas de Palácios e Casas Senhoriais. Ao acedermos ao pátio verificamos a fachada principal ou de entrada. Na fachada de entrada sobressaem quatro vãos por piso, sendo os dois centrais do piso térreo à entrada principal e os laterais as janelas de peitoril e, no andar nobre, as janelas de sacada individuais.

          

    Fachada exterior

    Fachada sobre a estrada da Charneca, onde é evidente a composição de oito vãos por piso, numa composição ritmada e simétrica, distribuidos por três panos separados por pilastras de cantaria, verifica-se também que as janelas de sacada  do piso nobre são todas marcadas por varandas individuais. A salientar o lindíssimo portal em ferro forjado enquadrado em molduras de cantaria, onde vamos também encontrar o monograma JBA (José Bento de Araújo), seu proprietário.

      

    Fachada lateral

    Nesta fachada lateral direita, voltada para o jardim, destacam- se sete janelas e uma porta no piso térreo e, no piso nobre, oito janelas de sacada, única no pano central, individual nos panos laterais.

      

     

    Jardim

    O jardim da Quinta dos Marqueses de Alegrete apresenta-se em diferentes níveis. O primeiro patamar do jardim é limitado por muro com alegretes, onde desapareceu o tanque central e os canteiros de buxo que o adornavam e remetiam para um estilo tardo-barroco.  Verifica-se uma ampla escadaria em pedra que conduz ao segundo patamar do jardim, no qual ainda hoje possuí um tanque e um poço em cantaria.

        

    CAMARA, Maria Alexandra; COELHO, Teresa de Campos - (História do Edifício) in Quinta Alegre – Património, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 2018.

    MANTAS, Helena - Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa, volume V, Quarto Tomo, 2ª parte, pp. 352 a 353, Lisboa, 2000.

    VERISSIMO, Serrão - Património Arquitectónico Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, pp. 268 a 274, Lisboa, 2006.

    Século XVIII

    Primeira metade do século - inicia-se a construção do palácio e jardim dos Marqueses de Alegrete ou Quinta Alegre, cuja construção é frequentemente atribuída a Manuel Telles da Silva (1641-1709), 1º Marquês de Alegrete e 2º Conde de Villar Mayor.

    Segunda metade do século – colocação de painéis de azulejos no pátio e interior do palácio.

    Século XIX

    1819 – José Bento de Araújo, é referenciado como o proprietário da Quinta dos Marqueses do Alegrete no século XIX, sendo-lhe atribuída a sua reconstrução, onde promove obras de renovação a nível do exterior e interior do palácio, verificando-se a substituição do portão principal e a pintura de paredes e tectos decorativos.

    1844 – Morte de José Bento de Araújo, contudo, a propriedade continuaria na família.

    Após a morte de seus filhos, esta passaria para o seu sobrinho e herdeiro Joaquim Pereira da Costa e posteriormente para o filho deste, também chamado Joaquim Pereira da Costa (1849-1876), que viria a ser Visconde de Pereira.

    Finais século XIX e Século XX

    Falecido o Visconde de Pereira, também sem descendência, o palácio passaria a ser propriedade da irmã, Maria da Assunção Pereira da Costa, Viscondessa de Coruche e posteriormente, para o seu filho, Luiz Caetano Pereira da Costa (1869-1923).

    1919 - Não se sabe ao certo como a quinta terá passado de novo para a posse dos Marqueses de Alegrete, contudo, temos referência que em 1919, Fernando Telles da Silva Caminha e Menezes (1881-1919), 6º Marquês, viria a falecer na freguesia de São Sebastião da Charneca, possivelmente na quinta.

    1983 – A Quinta dos Marqueses de Alegrete é adquirida, por compra, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

    Documentação que evidência uma reportagem publicada na Ilustração Portuguesa em 1908 sobre uma Garden Party na Quinta Alegre, na qual seria o seu proprietário o 2º Visconde de Pereira filho, Luís Caetano Pereira da Costa (1869-1923).

        

    Fotografias de meados do século XX; Fotografias que evidenciam o período final dos Marqueses de Alegrete, nesta casa. 

        

    Nota

    Coordenação - Helder Carita

    Texto: Bolseira Magda Salvador

    Fotografia: Helder Carita e Tiago Molarinho Antunes

    Piso térreo

    A Casa da Quinta dos Marqueses de Alegrete assume-se como um lugar social e espaço de representação, no sentido de aparato e de programa funcional. Verificamos que este edifício distribuí -se através de um pátio que, com os seus altos muros, precede a entrada principal, estando relacionado com a função de bem receber e sendo provavelmente como uma ante- sala de visitas.

    Edifício de planta rectangular, em que se verifica a organização do espaço em função de um eixo longitudinal, o corredor central, a partir do qual se distribuem as várias divisões da casa e à direita do qual se encontra a escadaria principal.

    O acesso à casa é feito através de um vestíbulo central, espaço que marca o início do edifício, interligando duas salas laterais, que abre para o corredor, estando separado deste por um arco em cantaria. Logo à direita do corredor, temos a escadaria principal que dá acesso ao piso nobre. Escadaria em cantaria de calcário, de dois lances e dois patamares, com guarda em ferro e corrimão de madeira.

    No seguimento da escada, encontramos um pequeno corredor que culmina numa porta para o jardim e uma sala repleta de lindíssimas pinturas alusivas às refeições. Finalmente, ao fundo do corredor, vamos encontrar a cozinha, na qual se constata um revestimento em azulejo de padrão pombalino de estrelinha em azul de cobalto em fundo branco, e também uma escada de serviço com ligação ao piso nobre e uma ampla chaminé de vão de verga abatida.

           

     

    Piso nobre

    Evidencia-se no piso nobre, um programa decorativo mais dominante e interessante, onde se verifica uma clara abordagem oitocentista, que se pode encontrar nas paredes das salas, ou seja podemos constatar uma campanha decorativa intensa de gosto neoclássico: a pintura decorativa a fresco e pontuais tectos estucados.

    A organização é estabelecida mais uma vez através de um eixo longitudinal, ou seja, através de um longo corredor, pelo qual se distribuem várias salas contíguas. Acedemos ao piso nobre através da escadaria principal, o qual nos deparamos com o corredor.

    Ao fundo do corredor encontramos duas salas viradas para o pátio, a Sala da União, mais privada e localizada no ângulo mais a sul, e a seu lado, também virada para o pátio, temos a Sala da Música. Ao longo do corredor encontramos de um lado as salas viradas para o exterior, logo a seguir à Sala da Música temos a Casa do Lavor, o Oratório e o Quarto Rosa, no outro lado do corredor temos as salas viradas para o jardim, no qual vamos encontrar o Gabinete, a Casa de Jantar e o Quarto Verde.

    Nestes espaços do piso nobre, a pintural mural ocupa lugar de destaque na decoração da casa, impondo um cenário muito particular. O ambiente que predomina nas salas é festivo e alegre, onde se acentua a importância dos rituais de sociabilidade.

                      

    Pátio de recebimento

    No pátio de recebimento constata-se que o seu revestimento é dinamizado por um vasto padrão monocromático de azulejaria, do 2º quartel do século XVIII. Um dos aspectos centrais é a utilização do azul como cor dominante, onde o branco surge apenas para os elementos de ligação com a intenção de criar um revestimento com algum requinte.

    Um dos elementos mais notáveis do Palácio da Quinta dos Marqueses de Alegrete são quatro “figuras de convite”, muito possivelmente deslocadas de outro local, tratando-se de uma singular tipologia da azulejaria portuguesa do século XVIII, colocadas quase sempre nas entradas dos palácios e casas senhoriais.

    As personagens recortadas e a meia altura, destacam-se de um segundo plano azulejar rematado lateralmente por robustas pilastras em trompe l`oeil. Estas “figuras de convite” que representam lacaios, alarbardeios ou guerreiros criam um elemento de teatralidade, no qual convidam os visitantes a entrar.

         

           

     

     

     

    Corredor do Rés do Chão

    No corredor do piso térreo, assim como nas restantes salas deste piso vamos encontrar, rodapés formados por duas fiadas de azulejos de padrão e uma fiada de azulejo esponjado. Estes azulejos que vamos encontrar no interior do edifício pertencem à segunda metade do século XVIII.

                  

     

     

    Jardim

    No Jardim da Quinta Alegre evidenciam-se os muretes, que outrora eram totalmente revestidos por azulejos azul e branco do século XVIII, contudo hoje apenas emergem alguns desses elementos azulejares desse período, com figurações avulsas, palmetas, folhas de acanto, concheados e plintos.

      

     

     

    Cozinha

    Na cozinha destaca-se um revestimento integral de azulejo de padrão pombalino de estrelinha em azul cobalto sobre um fundo branco, sendo rematados por uma cercadura de azulejo onde sobressaem o motivo “fita ondulada” e alguns apontamentos de pequenas flores e folhas.

        

     

     

     

    Escadas Particulares

    No silhar das escadas particulares destacam- se duas fiadas de azulejos, uma fiada de azulejo padrão em fundo branco e uma fiada de azulejo com a técnica de esponjado com uma tonalidade azulada.

        

     

     

    Escadaria Principal

    O silhar da escadaria principal é representativo do padrão pombalino e da utilização da técnica de esponjado, dando um efeito de marmoreado. Nesta escadaria evidencia-se a cercadura roxa sobre um fundo amarelo-torrado, pontuado com um rosetão central esponjado.

                  

     

     

    Quarto Rosa

    No Quarto Rosa, verificamos pequenos apontamentos decorativos através da azulejaria. Nele vamos encontrar no rodapé um friso de azulejos azuis e brancos com motivos vegetalistas, enquanto nas conversadeiras verifica-se uma cercadura com motivos geométricos e ao centro a representação de uma ave.

      

     

     

    Quarto Verde

    No quarto verde evidencia-se também pormenores decorativos em azulejo, no rodapé e também nas conversadeiras. Neste mais uma vez, encontramos no rodapé um friso de azulejos azuis e brancos com motivos vegetalistas, contudo nas conversadeiras o tema decorativo é distinto.

    Nas conversadeiras verificamos de um dos lados, uma cercadura decorada motivo de “fita ondulada” e pequenas flores e ao centro uma flor, no entanto, do outro lado da conversadeira encontramos um friso com o motivo “fita ondulada” e em cima várias quadriculas com elementos representativos da natureza, flores, animais e um barco.

        

     

     

    Quarto Baixo

    A pintura mural ocupa um lugar de destaque na decoração desta casa, impondo um cenário muito particular. Este programa decorativo vamos encontrar na maioria das salas, onde se pode verificar uma temática especifica para cada espaço que as tornam únicas e peculiares.

    Neste sentido, vamos encontrar esta lindíssima sala do piso térreo, que se encontra logo a seguir a um pequeno corredor que desemboca numa porta para o jardim, onde se verifica a preponderância da pintura decorativa a fresco com elementos alusivos às refeições.

    Estes elementos alusivos às refeições vamos encontrá-los inserido em cartelas, nos ângulos do tecto, em que se salientam, chávenas, bules, manteigueiras, pão, vinho, entre outros.  Destaca-se também nos lambris deste espaço elementos naturais como: flores, aves e vasos com alimentos.

                    

     

     

    Pormenores no Lambril

    Nos lambris encontramos elementos da natureza como aves, flores e vasos com alimentos.

          

     

     

    Pormenores no Tecto

    Nas cartelas que estão nos ângulos do tecto, verificamos que cada uma delas exibe elementos distintos alusivos às refeições, onde se salientam manteigueira e pão, bules e chávenas, e garrafa de vinho e pão.

          

     

     

    Sala da União

    Esta sala localizada mais no ângulo sul, mais privada e com vista para o pátio e jardim, exibe uma decoração com drapeados de tecido pintados nas paredes, com símbolos do Amor ao centro, tema repetido no medalhão do tecto. Neste sentido, poderíamos designar esta divisão como Sala da União ou do Amor, tema este recorrente e preponderante nestas decorações. Podemos também referir, que estes tecidos em trompe l`oeil, evidencia um gosto orientalizante muito apreciado na época.

                                

     

     

    Pormenores da Sala da União

    Pormenores que encontramos na decoração da sala com símbolos da União e do Amor.

            

     

     

    Sala da Música

    Na sala da Música ou das Artes, também virada para o pátio, predomina uma decoração com elementos ligados às artes, à natureza e ao conhecimento. Nela vamos encontrar elementos como: vasos com flores, estações do ano, grinaldas, aves e instrumentos musicais em cartelas, nos ângulos do tecto.  Nesta sala salienta-se a importância do conhecimento que é evidenciado pela presença do globo encimado com baldaquino.

    Encontramos também, o monograma JBA (José Bento de Araújo), o qual se encontra inscrito num dos medalhões do friso da sala, que nos revela o gosto do seu encomendador.

                    

     

     

    Pormenores Sala da Música

    As estações

    1-Inverno; 2-Outono; 3-Primavera; 4-Verão

    1  2  3  4

     

    Pormenores Sala da Música

    As Artes

    1-A Guerra; 2-A Música; 3-A Pintura; 4-A Cartografia

    1  2  3  4

     

     

     

    Casa do Lavor

    A Casa do Lavor que se encontra logo a seguir à Sala da Música e está virada para o exterior, predomina também uma decoração de pintura a fresco, quer nos tectos quer nas paredes, com motivos vegetalistas, elementos da arquitectura como colunas, destacando-se no tecto, cartelas com temas dos meninos.

            

     

     

    Oratório

    O Oratório, espaço este pequeno e de recolhimento, ligado às práticas religiosas, ao culto e à oração, evidencia vestígios de pintura que emoldurava possivelmente um oratório. Destaca-se no medalhão central do tecto a Pomba do Espírito Santo e nas restantes cartelas dos vãos do tecto surgem símbolos que nos encaminham para a iconografia do culto Mariano, onde se realça a luz do sol e a fortaleza da torre.

                  

     

     

     

    Quarto Rosa

    No quarto Rosa salienta-se a mesma decoração a fresco nos tectos e paredes que encontramos nas várias salas do piso nobre, onde predominam frisos com elementos vegetalistas, como laços, flores, folhas de acanto e arabescos. Nele se verifica uma decoração delicada e primorosa destes elementos, em paredes de tom rosa, que evidencia um espaço acolhedor e íntimo.

                  

        

     

       

     

    Gabinete

    O Gabinete que se encontra logo a seguir à Sala da União, divisão bastante pequena da casa, é decorado também com pequenos pormenores quer nas paredes quer nos tectos, com pintura a fresco com elementos vegetalistas.

          

     

     

    Casa de Jantar

    Na Casa de Jantar, assim como em todos os espaços da casa onde se destacam a pintura mural, podemos referir que o Palácio da Quinta dos Marqueses de Alegrete reúne no seu interior um conjunto de pintura mural e de tectos de grande qualidade, onde se pode destacar esta sala.

    Esta grande sala de aparato evidencia uma decoração rica e abundante, pela extensão e unidade decorativa que proporciona, cobrindo integralmente as paredes de forma uniforme, acolhedora e pomposa. Esta divisão voltada para o jardim é decorada com pinturas murais formando uma falsa arquitectura de coluna sobre balaustrada, onde se verifica uma paisagem exuberante de árvores, pássaros e plantas, transmitindo a sensação de que a natureza invadiu o próprio espaço, vivendo em comunhão com ela.

    No tecto desta sala, podemos observar um medalhão central limitado por uma grinalda de flores e um friso de ramos de videira com cacho de uvas, figuras da mitologia grega, elementos geométricos e vegetalistas e cestos com alimentos, inseridos em cartelas e frisos.

                  

     

     

     

    Pormenores da Casa de Jantar

    Pormenores das paredes - Os passáros

          

     

     

     

    Pormenores da Casa de Jantar

    Pormenores no tectocestos com alimentos e elementos vegetalistas.

          

     

     

    Quarto verde

    No quarto verde, a decoração a fresco nas paredes e tectos, predominam elementos decorativos com motivos vegetalistas, assim como encontramos no quarto rosa. Encontramos mais uma vez em evidência, flores, folhas de acanto e arabescos, sobre paredes em tom verde. Motivos decorativos e tonalidades que tornam estes espaços íntimos, acolhedores e harmoniosos.

          

     

    Semelhanças na pintura mural da Quinta dos Marqueses de Alegrete e da Quinta da Francelha

    Salientamos desta forma, alguns elementos da pintura mural da Quinta da Francelha, pois constacta-se que existe uma enorme semelhança na técnica,na composição e execução, com a que encontramos e destacamos anteriormente da Quinta dos Marqueses de Alegrete. Podemos considerar que o mesmo artista que empreendeu os trabalhos na Quinta dos Marqueses de Alegrete, também o terá executado na mesma época noutras quintas ou casas, como é o caso da Quinta da Francelha, onde as semelhanças são enormes e evidentes.

     

    Pormenores da pintura mural da Quinta da Francelha

          

     

        

     

          

     

      

     

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    PTCD/EAT-HAT/11229/2009

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