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    Residências Senhoriais na Província do Norte (1534-1739)

    Residências Senhoriais na Província do Norte (1534-1739)
    Goa
    XVI,XVII,XVIII

    Introdução

    Localizado numa zona geográfica estratégica na costa ocidental da Índia, a região norte do Concão, no estado do Maharashtra, atraiu comunidades e comércio marítimo desde tempos imemoriais. A chegada e estabelecimento dos portugueses na costa ocidental da Índia, em inícios do século XVI, provocou uma mudança paradigmática no que diz respeito à acção marítima e domínio territorial. O Estado da Índia português, na sua missão de controlar o comércio marítimo no Mar Arábico, começou por se instalar em Chaúl em 1516, construindo um pequeno forte neste território do Sultanado de Ahmednagar; em 1535 instalaram-se também em Diu, um porto próspero na costa sul do Sultanado de Guzerate. No ano seguinte foi  cedido aos portugueses um território entre a ilha de Caranjá e Agaçaim, tendo sido erguido um forte em Baçaim. Pouco a pouco, os portugueses foram expandindo o seu território para norte, até lograrem conquistar Damão em 1559. Este território costeiro fértil, medindo aproximadamente 175km de comprimento por 35km de largura e com quase 5.000km² de área na sua máxima extensão, passou a ser conhecido como Província do Norte, tendo como capital Baçaim. A Província do Norte tinha um território contínuo constituído pelos distritos de Baçaim e Damão, a que se juntavam as duas capitanias isoladas de Chaúl e Diu.

    Fig. 1 – Pormenor mostrando as casas senhoriais de Bombay (que pertenceu a Garcia da Orta) e de Mazgaon. Desenhos de Pedro Barreto de Resende (1635) pertencentes ao códice Livro das plantas de todas as fortalezas, cidades e povoaçoens do Estado da India Oriental (fonte: Biblioteca Pública de Évora)

    A governação portuguesa adoptada para este território vinculou, na generalidade, o sistema de administração local preexistente, adaptando-o às suas necessidades, nomeadamente ao substituir os concessionários das terras por outros nomeados por si: estas eram cedidas como foros a nobres, militares e ordens eclesiásticas portuguesas. Os foreiros eram responsáveis pela produção agrícola nessas terras, bem como pela sua defesa e recolha de rendas. Durante a existência da Província do Norte, os portugueses tiveram de lidar com ameaças por parte dos sultanados de Ahmednagar, Bijapur e Guzerate, dos mogóis e dos reis Coles de Rampur e Jawhar, dos omanitas e otomanos, e dos holandeses e britânicos. Com excepção do território de Bombaim, cedido aos britânicos em 1661, os portugueses mantiveram o domínio da Província do Norte até 1739, data em que foram derrotados pelos maratas; apenas os territórios de Damão e de Diu se mantiveram sob o domínio português até 1961.

    Durante a permanência de 205 anos no norte do Concão, os portugueses foram responsáveis pela introdução de práticas e tradições artísticas, arquitectónicas, culturais e religiosas. Muitas destas têm vindo a desaparecer rapidamente, devido ao acelerado processo de urbanização do território em torno de Mumbai. No entanto, entre as reminiscências que ainda se podem encontrar no antigo território da Província do Norte estão os vestígios de casas senhoriais edificadas pelos foreiros portugueses. Muitas vezes as populações locais referem estes vestígios como “fortes”, umas vezes apontando uma origem marata (geralmente de Chhatrapati Shivaji), e outras vezes referindo-os como sendo dos firangis – como amiúde eram designados os portugueses. A quase totalidade destas casas senhoriais cujos vestígios não desapareceram estão actualmente muito arruinadas, sendo as suas remanescências completamente negligenciadas.

    As casas senhoriais portuguesas constituem uma categoria própria dentro da arquitectura indo-portuguesa no norte do Concão. Como referido anteriormente, o sistema de foros implementado pelo Estado da Índia para a Província do Norte proporcionou que muitos foreiros portugueses se estabelecessem com as suas famílias nestes territórios eminentemente agrícolas. Devido à sua solidez e imponência, estas casas senhoriais incluíam uma função defensiva que assegurava a segurança das suas terras, frequentemente complementar às fortificações portuguesas. É importante referir que o próprio núcleo inicial das actividades britânicas em Bombaim – o forte britânico –era uma antiga casa senhorial portuguesa, outrora pertencente ao famoso médico e naturalista português Garcia da Orta, senhor de Bombaim.

          

    Figs. 2 a 5 – Pormenores mostrando as casas senhoriais de Dahanu, de Mahim, de Shirgaon e de Tarapur. Desenhos de Pedro Barreto de Resende (1635) pertencentes ao códice Livro das plantas de todas as fortalezas, cidades e povoaçoens do Estado da India Oriental (fonte: Biblioteca Pública de Évora)

     

    II - Implantação

    Conhecem-se actualmente 38 casos de vestígios de casas senhoriais portuguesas espalhadas pelo território da antiga Província do Norte, conforme se pode verificar no mapa aqui apresentado; podem-se encontrar ainda vestígios de um conjunto de estruturas cuja função não se tem a certeza se seria residêncial ou militar – embora tudo aponte para que possam ter sido torres-atalaia, como sucede com as torres de Belapur, Edwan, Firangipada e Datiware (esta última talvez um pequeno fortim). Cotejando com documentação histórica sobre a Província do Norte, sabe-se que existiram mais casas senhoriais espalhadas pelo território; por exemplo, em locais como Nagale Bandar, Mazgaon e Dahanu, os vestígios das casas senhoriais sofreram pesados danos e acabaram por desaparecer sob edificações de épocas posteriores.

    Fig. 6 – Mapa com indicação de casas senhoriais portuguesas: 1. Bombay; 2. Mazgaon (desaparecida); 3. Madh; 4. Nandurkhi; 5. Ghodbandar; 6. Gaimukh; 7. Nagale Bandar; 8. Sasunavghar; 9. Dongaripada; 10. Junadurkhi; 11. Ju-Chandra; 12. Shrigaon; 13. Virathan; 14. Kore; 15. Mathane; 16. Danda; 17. Khatali; 18. Kelve; 19. Pargaon; 20. Khamloli; 21. Duktan; 22. Shirgaon; 23. Panchali, 24. Koliwade; 25. Kumbhavali; 26. Boisar; 27. Vengani; 28. Kurgaon; 29. Dahisar Tarf Tarapur; 30. Kudan; 31. Koliwali, 32. Aasangaon, 33. Dahanu (desaparecida), 34. Solsumba; 35. Padgam; 36. Kalgaon, 37. Ahu; 38. Maroli Phanse; 39. Bhimpore (fonte: Mayur Thakare).

    As conclusões preliminares dos levantamentos arqueológicos já efectuados permitiram encontrar algumas características gerais encontradas na maioria das casas senhoriais portuguesas: seriam regra geral multifuncionais, compartimentadas, relativamente espaçosas, muitas certamente opulentas, e a maioria frequentemente com mais de um piso, implantando-se em áreas que iam dos 150m² aos 7500m². A sua localização era estratégica por questões defensivas, económicas ou de acessibilidade, geralmente junto a rios e no topo de morros onde poderiam disfrutar de amplas vistas em redor: por exemplo, as casas de Madh, Mathane, Shirgaon e Padgam encontram-se junto ao mar; já as de Nagale Bandar, Gaimukh, Ghodbandar, Danda, Aasangaon, e Pargaon, entre outras, estão situadas junto a rios ou canais; quanto à localização sobre morros, podem ser destacadas as de Dongaripada, Dahisar, Duktan e Virathan. De referir ainda um conjunto de casas encontradas dentro de povoações, como as de Juchandra, Panchali, Boisar, Kumbhavali e Solsumba, para mencionar algumas.

          

    Figs. 7 a 10 – Plantas de casas senhoriais portuguesas após levantamento arqueológico preliminar: Aasangaon, Danda, Duktan, Ghodbandar e (fonte: Mayur Thakare)

          

    Figs. 11 a 14 – Plantas de casas senhoriais portuguesas após levantamento arqueológico preliminar: Junadurkhi, Khamloli, Koliwade e Kumbhavali (fonte: Mayur Thakare)

          

    Figs. 15 a 18 – Plantas de casas senhoriais portuguesas após levantamento arqueológico preliminar: Kurgaon, Padgam, Panchali e Virathan (fonte: Mayur Thakare).

     

     

    III - Materiais e sistemas construtivos

    As paredes destas casas possuíam aproximadamente 1,00m de espessura média, e eram geralmente construídas em alvenaria de pedra irregular, recorrendo a argamassas de cal e areia; as esquinas das edificações possuíam pedras aparelhadas que conferiam estabilidade à estrutura. Ocasionalmente foram encontradas paredes de alvenaria de tijolo nos pisos superiores, que assentavam sobre alvenaria de pedra irregular, como no caso de Solsumba. Existem ainda evidências do uso de rebocos de cal e mesmo do recurso à cor, como nas casas de Sasunavghar, Virathan, Danda e Kelve, entre muitas outras. A fenestração, maioritariamente nos pisos superiores, era feita com cantaria de pedra ou com pedra aparelhada, onde o vão ia alargando do exterior para o interior.

    Apesar de se encontrarem actualmente sem qualquer tipo de cobertura, as casas teriam telhados de estrutura de madeira e revestimento de telha cerâmica, conforme parecem indiciar as casas de Aasangaon e de Dongaripada (esta última ainda com telhado e, inclusivamente, um beirado duplo português). O chão do piso térreo destas casas seria de terra comprimida e, embora não se tenham encontrado vestígios, existiria pavimento de lajes de pedra ou ladrilhos cerâmicos. Os buracos das entregas de vigas de madeira encontradas ao nível do tecto do rés-do-chão da maioria destas casas (por exemplo, em Kalgaon, Aasangaon e Padgam) permitem concluir que os pisos superiores teriam pavimentos de madeira. São ainda visíveis, aliás, as escadas de alvenaria para acesso ao primeiro piso nas casas de Virathan e Danda.

          

    Figs. 19 a 23 – Pormenores de materiais construtivos e estruturas edificadas das casas senhoriais portuguesas: cantaria de uma janela em Kelve; vestígios de reboco de cal em Ahu; alvenaria de tijolo sobre alvenaria de pedra irregular em Solsumba; arcada de cantaria em Ghodbandar; beirado duplo português em Dongaripada.

             

    Figs. 24 a 28 – Pormenores de materiais construtivos e estruturas edificadas das casas senhoriais portuguesas: abóbada de tijolo em Danda; relevos de pedra da capela de Sasunavghar; vestígios de reboco de cal e de entregas das vigas do piso superior em Padgam; esquina de pedra aparelhada em Madh; alvenaria de tijolo em Padgam

            

    Figs. 29 a 33 – Pormenores de materiais construtivos e estruturas edificadas das casas senhoriais portuguesas: vestígios de reboco de cal e de entregas das vigas do piso superior em Kalgaon; cantaria de pedra em Kalgaon; capela privativa em Kelve; divisões de salas em Shirgaon; fachada da capela privada de Virathan (fotografias: Mayur Thakare).

     

     

    IV - Morfologia

    A grande maioria das casas senhoriais teria dois andares de altura. Porém, algumas atingiriam os três andares, como em Aasangaon e Khamloli. Aliás, a primeira tem a particularidade de ter o piso térreo maciço, completamente entulhado e sem qualquer tipo de fenestração; a sua entrada principal seria através do 1º andar, aproximadamente a 2,50 metros de altura, provavelmente por escadas de madeira recolhíveis em caso de perigo. Devido ao elevado nível de destruição destas estruturas residenciais, não é possível ter um entendimento de como seria a divisão interior das casas e as respectivas funções, embora nos casos em que ainda se conseguem vislumbrar divisões, como em Shirgaon e Ghodbandar, se possam atribuir eventuais funções para alguns dos espaços. Em casos como Mathane, Panchali, Kumbhavali, Koliwade, Kurgaon, Vengani ou Koliwali puderam ser também encontrados vestígios de divisões interiores. Localizada no topo de um morro, a casa de Dongaripada é ainda habitada e possui poucas modificações, pelo que poderá fornecer algumas pistas dos arranjos interiores das casas portuguesas.

    Enquanto a maioria das casas poderia ser constituída unicamente pelo volume maciço da residência (eventualmente algumas com uma cerca de madeira em seu redor), também se dá o caso de terem sido encontradas casas com recintos murados e com outras estruturas edificadas no seu interior: são os casos de Aasangaon, com um pequeno logradoro exterior, ou Sasunavaghar, Virathan e Shirgaon, com recintos murados de maior dimensão. Algumas casas senhoriais pertencentes certamente a foreiros mais abastados tinham mesmo capelas privativas semi-independentes, como no caso de Virathan – a fachada ponteaguda da capela permite observar uma imagem semelhante a muitas igrejas da Província do Norte –, de Sasunavaghar, e ainda de Danda ou Kelve. As maiores casas possuíam também poços de água potável ou cisternas dentro dos recintos murados, como em Danda, ou nas suas proximidades, como Kore, Khamloli, Boisar, Kurgaon e Vengani.

            

    Figs. 34 a 38 – Vistas de algumas casas senhoriais portuguesas: Padgam, Maroli Phanse, Sasunavghar, Solsumba e Virathan

            

    Figs. 39 a 43 – Vistas de algumas casas senhoriais portuguesas: Duktan, Ghodbandar, Junadurkhi, Kalgaon e Khamloli

            

    Figs. 44 a 48 – Vistas de algumas casas senhoriais portuguesas: Kumbhavali, Kurgaon, Nagale Bandar, Ahu e Danda.

     

     

    V - Dimensão

    Embora muitas das casas fossem relativamente humildes quer na dimensão (tendo áreas de construção entre 150m² e 350m²), quer na aparência, algumas chegaram a ter enormes complexos edificados com áreas até 650m² e mais, como teria sucedido com as casas em Sasunavghar, Khamloli, Danda e  Bhimpore, por exemplo. De referir a existência de um pequeno conjunto de casas que teriam sido uma espécie de complexos palaciais implantados ao longo do canal que ligava Baçaim a Taná, muito provavelmente pertencentes a abastadas famílias de Baçaim. De facto, enquanto a maioria das casas servia propósitos eminentemente residenciais, algumas viriam a alcançar um patamar mais luxuoso, como por exemplo a casa de Nagale Bandar e, sobretudo, a de Ghodbandar, implantada num morro dominando o canal; esta casa teria um formato em U, com pátio central aberto num dos lados; para o lado norte abria-se uma arcada que permitiria disfrutar vistas pitorescas sobre o canal.

            

    Figs. 49 a 53 – Volumetria exterior de algumas casas senhoriais portuguesas: Panchali, Aasangaon, Dongaripada, Koliwade e Madh.

     

     

    VI - Elementos defensivos

    Finalmente, e relativamente ao dever de defesa das suas terras, importa mencionar que a maioria das casas dos foreiros – especialmente aquelas localizadas no sertão e mais afastadas das fortificações portuguesas – possuiriam também uma função defensiva, providenciada pela espessura e solidez das paredes, pela altura, pela implantação no terreno, e pela adição de estruturas conotadas com as fortificações, nomeadamente frestas de tiro (ou troneiras), como em Aasangaon, Kore e Panchali. Aliás, várias casas senhoriais fortificadas, possuíndo baluartes e bastiões (como por exemplo as casas em Kelve e Danda) evoluíram depois para fortificações, como sucedeu com as casas de Shirgaon, Bombaim e Dahanu.

         

    Figs. 54 a 56 – Pormenores de elementos defensivos de casas senhoriais portuguesas: frestas de tiro em Panchali; bastião defensivo em Shirgaon; vestígios de frestas de tiro (actualmente tapadas) em Kore.

     

     

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    Autoria 

    Texto -Mayur Thakare

               Joaquim Rodrigues dos Santos

    Fotografia -Mayur Thakare - Joaquim Rodrigues dos Santos

     

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    PTCD/EAT-HAT/11229/2009

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